Sunday, July 09, 2006

second mistake..


Daydream, delusion, limousine, eyelash
Oh baby with your pretty face
Drop a tear in my wineglass
Look at those big eyes
See what you mean to me
Sweet-cakes and milkshakes
I'm delusion angel
I'm fantasy parade
I want you to know what I think
Don't want you to guess anymore
You have no idea where I came from
We have no idea where we're going
Latched in life
Like branches in a river
Flowing downstream
Caught in the current
I'll carry you You'll carry me
That's how it could be
Don't you know me?
Don't you know me by now?
in "before sunrise"



de entre aqueles pensamentos do tempo em
que a unica preocupação era saber quem tinha
trazido a bola e onde poderiamos jogar uns contra
os outros, de certeza que nos podemos distintamente
lembrar da primeira vez que "ela" nos invadiu,
sem qualquer respeito pela propriedade alheia diga-se de passagem,
a nossa corrente de raciocinio...

de um momento para o outro, o jogo que o pai não deu,
o cromo que perdemos quando deixamos cair a mochila á entrada do refeitório,
perderam qualquer e toda a importãncia.

pronto... inevitavelmente, estava criada a imagem...

ela irá ser responsável pelas maiores mudanças, altos e baixos
a partir desse momento sorrimos e choramos ao ritmo dela.

por ela iremos destruir amizades,
confrontar familias,
construir e destruir identidades...

uns irão sobredimensionar a dita a pontos da loucura..
serão assombrados pela mesma nos momentos mais dificeis.

outros... bem...

outros irão deixa-la a cargo daquela parte...
aquela parte cá dentro da nossa cabeça, responsavel pelos suspiros

os suspiros de quando a namorada nos pergunta:"está tudo bem??"

os suspiros de quando vemos ou ouvimos alguma coisa
que consegue ultrapassar as barreiras
e nos faz ficar com o ar mais "do outro mundo" possivel.

os suspiros que involuntariamente saem de nós,
de manha ao acordarmos, porque no fundo sabemos que iniciou mais um dia,
e que enquanto cá estivermos podemos, pelo menos,
usufruir do fantastico elemento surpresa que a vida nos reserva...
num comboio, numa saida de um qualquer café,
sabermos que a qualquer momento, sem aviso prévio ela lá vai estar...

é reconfortante eu sei...

o problema? bem...

se do embaciado da situação,
se do problema de visão associado ao dramatismo do momento,
olhamos para ela,
pedimos desculpa,

"pode afastar-se? preciso de tirar o bilhete... obrigado.."

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