ha "people persons" e ha os "not people persons".
e é assim...
so somos nós proprios dentro do nosso espaço
longe dos outros...
se forçarmos a entrada já não somos nós...
começamos a tentar ser o que n somos
e logo
perdemos algo..
se aceitarmos o facto
e decidimos viver nesse espaço
encontramo-nos...
somos nós proprios
e quando menos nos damos conta
estamos com um sorriso nos labios!
a mim, a vivência em multidões estupidifica-me...
não gosto dessa conclusão
mas n deixa de ser uma conclusão.
sozinho posso pensar
posso entrar em conversação comigo próprio
pensar na estupidez do dia-a-dia
nas paupérrimas almas que nos rodeiam
e não me preocupar muito com isso...
enfim...
impedir que isso me mude.
que me torne alguem que não sou, nunca fui e não pretendo ser.
se tiver algum cuidado acho que consigo...
e acabo por ver que o que vale realmente a pena
não é viver com as regras que os outros definiram
mas sim com as nossas
e assim encontrar os "porquês" diários
apaixonarmo-nos todos os dias por uma cor diferente
ver tudo com olhos originais
e não pelos olhos já completamente "monocromáticos" dos outros...
seja...
eu
um café
muitas cadeiras vazias
e uma ou outra pessoa,
provavelmente doente
ou a visitar outra doente....
que miséria...
se não relativizar o que é que faço?
é o que dá.
e tu aí tão longe...

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